Comprei esta edição em Badajoz. Comprei também outra que ofereci ao convento de Campo Maior onde tenho uma sobrinha. Verifiquei mais tarde que as freiras, portuguesas e espanholas gostaram muito, sobretudo dos ditos e provérbios do Sancho Pança. São mulheres como as outras!
Fiquei admirado (ou não) com a quantidade de edições do D. Quixote. Hugo Chavez, na Venezuela mandou distribuir também um milhão de exemplares gratuitos.
Vem isto a propósito da ortografia. Em Portugal há quem mande uns palpites que só no português é que tem havido mudanças, que os outros não mudam, logo não deveríamos mudar nada.
Repare-se que Quixote se escrevia com X e não com J, como hoje em castelhano e que se usava o ç e não z actual (Benalcaçar e não Benalcazar). Também não usavam acentos nas proparoxítonas.
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