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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Freguesias/Antigos Concelhos

Montoito (actual Concelho do Redondo)



Oriola (actual Concelho de Portel)

Vimieiro (actual Concelho de Arraiolos)

Cano (actual Concelho de Sousel)

 Pavia (actual Concelho de Mora)

Pretende este governo extinguir de uma penada milhares de freguesias. Mais que provado está que não são estas que contribuíram para o descalabro das finanças públicas. Pelo contrário, as juntas de freguesia, através de milhares de cidadãos, com trabalho essencialmente voluntário, resolvem problemas quotidianos que, se fossem pagos, ou deixariam de ser feitos ou custariam muitos milhões.

 Para além disso, há a identidade das populações que perdura através dos tempos. Muitas delas existiam ainda antes da nacionalidade, que já vai longa, quer se chamassem freguesias ou simplesmente paróquias.

Recordemos, pelas imagens, algumas que foram concelhos por centenas de anos, muitas delas extintas em 1836. Em muitas ainda se veem símbolos do antigo poder municipal ou reminiscências deste: a torre, quase sempre com o relógio, o edifício dos paços do concelho que também servia de tribunal, bem como a antiga cadeia, numa praça pública, antigamente apenas praça, frequentemente chamada Praça da República após o 5 de Outubro, que agora alguns também querem esquecer.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

É tempo de caianças.

Avis
Quintal, Cano
É tempo de caianças ou, como se diz em português mais oficial, caiações.
É também nos pormenores que se percebem as culturas. Mesmo num telhado velho há pequenos requintes.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

O rancho do Cano











O rancho do Cano, que já foi dos mais célebres do Alentejo, estava parado há doze anos.
Ontem renasceu para o público da terra.
Foi uma emoção colectiva. Faz parte da identidade da vila.
Cantaram-se e dançaram-se as "saias", mazurcas e o "jogo do pau".
É de referir, a persistência e a vontade de tanta gente que participa no rancho e, em especial, o senhor João Leão, que continua com 75 anos de idade, a manter uma voz jovial, um entusiasmo pela terra e pela música e uma emoção, trabalho e abnegação que hão-de trazer frutos.
Apesar do pessimismo, o Alentejo não morreu.