Os antigos habitantes, judeus portugueses, se escaparam à Inquisição ou se tiveram tempo de fugir após o édito de 1498, foram para Amesterdão, Salónica, no Império Otomano, Marrocos ou outro lugar mais tolerável.
Há dezenas de anos que que não vive lá ninguém. O telhado já caíu; hão-de cair mais coisas. Hoje é habitada por ratazanas e pombos que ajudam a degradar outros monumentos e entram pelas chaminés da vizinhança.
Memória? Orgulho no Património?
Um comentário:
Pois é Simas existem cada vez mais casa como esta neste preparo, coisas de uma cidade de excelencia.
parabens pelo teu blog
abraço
Bento
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